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quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Teatro e literatura no CCBB

Para quem está no Rio, confira a programação de teatro do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), com peças baseadas em textos de grandes escritores.

* Aqueles Dois:
de 8 de janeiro a 28 de fevereiro, de quarta-feira a domingo, às 19h30.

A peça é um espetáculo criado a partir do conto homônimo de Caio Fernando Abreu e trata da rotina de uma repartição pública, quando se revela um misterioso desenvolvimento de laços afetivos e de cumplicidade entre dois de seus novos funcionários.

* Sopros da Vida:
de 14 de janeiro a 28 de março, de quarta-feira a domingo, às 19h.
Com Natália Thimberg e Rosamaria Murtinho.

O espetáculo tem o texto de um dos dramaturgos ingleses mais comentados nas últimas décadas, David Hare, autor de sucessos como As Horas e O Leitor.

Na história, duas mulheres se enfrentam num sutil embate pelo mesmo homem, partilhado por ambas durante mais de 25 anos.


* Contos Clássicos Brasileiros:
de 9 de janeiro a 28 de fevereiro, aos sábados e domingos, às 16h
A peça reúne uma série de apresentações teatrais que mesclam diferentes linguagens para dar vida a contos de grandes autores brasileiros - Câmara Cascudo, Graciliano Ramos e Manoel de Barros. No palco, atores, contadores de histórias e músicos buscam a representação da brasilidade em diferentes vertentes.

sábado, 21 de novembro de 2009

A Campanha Teatro para Todos está de volta

A Campanha Teatro para Todos está de volta. Em sua sétima edição, serão oferecidos 100 mil ingressos para 69 espetáculos, a preços de R$ 5 a R$ 25.

A campanha segue até 20 de dezembro e a venda é feita nos seguintes postos:

- um quiosque fixo na Cinelândia
- outros quiosques móveis que circulam pela cidade
- postos BR
- lojas America$ Express
- site Ingresso.com

Os detalhes e a lista dos espetáculos podem ser conferidos no site da promoção: http://www.teatroparatodos.com.br/.

Ano passado eu participei. Comprei ingressos para uma das peças e minha única decepção com a promoção foi o que eles deixaram reservado de lugares: os piores. Chegamos cedo no teatro para trocar os ingressos e ao nos apresentarem o mapa, apesar de terem lugares ao centro, nos disseram que somente as últimas fileiras da lateral estavam disponíveis. Achei um desrespeito, pois em lugar algum do site havia alerta para isso.

Atualização: acabei de entrar no site deles e por meio de mensagens dos leitores, foi denunciada essa prática no ano passado. Eles informam que é proibido qualquer tipo de discriminação dos espectadores da campanha. Então, fiquem atentos!

Se acontecer, reclamem.

domingo, 5 de julho de 2009

Título "As meninas" cria mal-estar entre Maitê Proença e Lygia Fagundes

A peça de Maitê Proença que estreou sexta-feira no Teatro Laura Alvim, no Rio, causou muito ruído, não por ter recebido boas ou más críticas, mas por ter sido lançada com o título "As meninas", o mesmo nome do romance de Lygia Fagundes Telles que há pouco foi relançado pela Companhia das Letras.

Quando Lygia soube da coincidência, falou com Maitê, que prometeu mudar o nome da peça. Mas, na semana passada, quando soube que o nome havia sido mantido, Lygia chegou a dizer que iria à Justiça contra a atriz. O problema todo não estava exatamente no título, mas na preocupação de prejudicar a adaptação de seu romance que Lygia também fará para o teatro e está prevista para novembro.

Mas parece que os ânimos esfriaram, e tudo está em paz. Maitê, por problemas burocráticos, não conseguiu mudar o nome, e tentou avisar Lygia a respeito.

Sinceramente acho que não era para tanto. Foi uma infeliz coincidência, a estreia da peça acontecer tão próximo ao relançamento do livro. Mas não creio que houve malícia, ainda mais com um nome tão comum.

Para saber um pouco mais, leia a matéria "Lygia Fagundes desiste de processo", de Ubiratan Brasil e Roberta Pennafort, publicada no Estadão.

quarta-feira, 10 de junho de 2009

Domingo com teatro a R$ 1

A Prefeitura do Rio, por intermédio da Secretaria Municipal da Cultura, realiza no próximo domingo, dia 14 de junho, o "Domingo é Dia de Teatro a R$ 1", em homenagem ao Dia dos Namorados.

O projeto apresenta oito peças e musicais nos Teatros da cidade.

Na programação:

LOCAL: Teatro Municipal Carlos Gomes
Praça Tiradentes s/n - Centro. Tels: 2232-8701 / 2224-3602

>> Tom e Vinícius - o Musical
Horário: 18h

O espetáculo conta a história de amizade entre os compositores Tom Jobim e Vinícius de Moraes, durante a década de 50 e 60. No repertório, clássicos como "Desafinando", "Samba de uma nota só", "Ela é carioca", "Por causa de você", "Garota de Ipanema", entre outras.

Texto de Daniela Pereira de Carvalho e Eucanãa Ferraz. Direção de Daniel Hertz, com Marcelo Serrado, Thelmo Fernandes, Guilhermina Guinle e grande elenco.

LOCAL: Centro de Referência Cultura Infância / Teatro do Jockey
Av. Bartolomeu Mitre, 1110 - Leblon. Tel: 2540-9853

>> O Segredo do Cocachim
Horário: 16h

Após comprar um mapa no Saara, Beto e Bia saem em busca de um tesouro que pertenceu à princesa Cocachim.

Direção de Beto Brown, com Laila Zaid e Alexandre Contini.
Classificação Livre.

>> A Lenda do príncipe que tinha rosto
Horário: 18h

O espetáculo passeia entre o gótico e o surrealismo, contando a história de um príncipe que nasce com rosto em uma terra de pessoas "sem rosto". Sem texto, a ação se desenvolve através de uma narração ilustrada por bonecos de manipulação direta, projeções, máscaras e pelo trabalho de corpo dos atores.

Direção de Gustavo Bicalho, com a Cia Artesanal.
Classificação Livre.

>> O Estrangeiro
Horário: 21h

Adaptação da clássica obra de Albert Camus. O espetáculo retrata a vida de Meursault, um homem que leva uma vida banal até o dia em que recebe a notícia da morte da mãe. O personagem comete um crime, é preso e julgado.

Direção de Vera Holtz, com Guilherme Leme.
Classificação: 16 anos.


LOCAL: Teatro Municipal Maria Clara Machado
Rua Padre Leonel Franca, 240 - Gávea. Tels: 2274-7722

>> Espia uma mulher que mata
Horário: 20h

Baseado no clássico Tio Vânia, de Anton Tchecov, o espetáculo é uma releitura contemporânea do texto original onde Daniel Veronese, diretor e dramaturgo argentino que foca sua visão nos dramas e nas relações familiares.

Direção de Marcelo Subiotto, com Roberto Bomtempo, Miriam Freeland, João Vitti e elenco.
Classificação: 14 anos.


LOCAL: Teatro Municipal Cabaré Leblon
Av Ataulfo de Paiva, 269 - Leblon. Tels: 2294-4480

>> Cidade das Donzelas
Horário: 20h

A história, baseada em fatos reais, se passa no ano de 1945, num vilarejo bem distante, no meio do nada do sertão. Carolino, um jovem andarilho, nascido em Juazeiro, viaja o mundo inteiro e volta para sua terra. Antes, por pura curiosidade, se embrenha na Cidade das Donzelas, habitada por mulheres bizarras e misteriosas.

Direção de Marcela Rodrigues, com Troupp Pas D´argent.
Classificação: 18 anos.


LOCAL: Sala Municipal Baden Powell
Av N. S. de Copacabana, 360 - Copacabana. Tels: 2548-0421

>> Um homem célebre
Horário: 19h

Espetáculo baseado no conto homônimo de Machado de Assis. É um tratado sobre a situação do artista brasileiro que conta a história de Pestana, um compositor de Polcas que mora no Rio de Janeiro e vive como se estivesse em Viena.

Direção de Pedro Paulo Rangel, com Aldri Anunciação, Júlia Rabello, Laura Castro, Marcelo Sader, Rodrigo Lima e Suely Franco como convidada especial.
Classificação: Livre.

LOCAL: Espaço Cultural Municipal Sérgio Porto
Rua Humaitá, 163 - Humaitá. Tels: 2266-0896

>> Pessoas
Horário: 20h

Espetáculo construído a partir de fragmentos de quatro peças de Fernando Pessoa, três delas inéditas. Os quatro atores da montagem passam por todas as cenas que são apresentadas contínua e simultaneamente, oferecendo ao público várias possibilidades.

Direção de Susanna Kruger, com Verônica Reis, Luiz André Alvim, Márcio Fonseca e Adriana Schneider.
Classificação: 16 anos (máximo de 60 pessoas por espetáculo).



sábado, 23 de maio de 2009

Literatura no cinema e teatro

Estreiou ontem nos cinemas de todo o país o filme Budapeste, adaptação de Walter Carvalho ao romance homônimo de Chico Buarque.

O livro, e o filme, claro, trata de um ghost-writer que escreve nas sombras para que outro receba o mérito por seu trabalho.

Costa é o ghost-writer interpretado nas telonas por Leonardo Medeiros. Ele é casado com Vanda, uma apresentadora de TV, interpretada por Giovanna Antonelli. O espelho entre ele que vive nas sombras e ela que vive exposta. Costa vai à Hungria participar de um congresso de escritores anônimos e se apaixona por Krista, vivido pela húngara Gabriella Hámori. Não é só a mulher que lhe atrai, mas o idioma. Lá ele se torna Kósta.

Eu não li o livro e nem gosto muito de assistir a uma adaptação antes de ler o original, mas acho que vou abrir uma exceção.

Já no teatro, para quem estiver em São Paulo, Fernanda Montenegro estreia peça no Sesc Consolação, vivendo a escritora e filósofa francesa Simone de Beauvoir (1908-1986).

A peça que, na realidade, é um monólogo, chama-se "Viver Sem Tempos Mortos" e é uma compilação do pensamento da filósofa. O mote do espetáculo é a correspondência que ela trocou com o também filósofo Jean-Paul Sartre, seu companheiro.

Fernanda se apresenta sozinha no palco, sem recursos materiais. Não usa os turbantes como é visto em algumas fotografias de Simone, nem faz uso dos trejeitos da francesa.

O teatro do Sesc Consolação fica na Rua Dr. Vila Nova, 245, na V. Buarque. Contato: (11) 3234-3000. Fica em cartaz até o dia 28/6.

sexta-feira, 28 de novembro de 2008

Senado impõe limites à meia-entrada

O grande problema do Brasil, ou de quem faz as suas leis, é que se tenta acabar com os ratos colocando remédio (mesmo que mate outros animais inocentes), em vez de recolher o lixo que os atrai.

Desculpem a metáfora tão forte, mas é indignante pensar no caminho que se toma para solucionar questões sérias. E mais ainda pensar que as pessoas que deveriam ser as primeiras a defender o acesso à cultura são as primeiras a aplaudir decisões que violam o bom-senso.

O Senado aprovou um Projeto de Lei que regulamenta a concessão da meia-entrada para estudantes e idosos acima de 60 anos. Até aí está tudo bem, mas vamos continuar. O problema é que a proposta limita esses ingressos a 40% do total de ingressos disponíveis para cada evento.

Qual a justificativa? coibir a falsificação das carteiras de estudantes, problema apontado pelos produtores culturais.

A partir disso eu pergunto o seguinte: se a justificativa se baseia nas falsificações das carteiras, por que não centralizar num órgão de confiança a emissão dessas carteiras? Por que incluir nesse projeto as entradas de idosos? Será que os pobres velhinhos estão falsificando rugas e cabelos brancos? E como ficarão as meias-entradas para crianças? Então num espetáculo infantil, um casal com dois filhos passa a pagar 4 inteiras?

E quem garante que haverá lisura nas bilheterias para controlar esses 40%? Quem irá fiscalizar isso? O que fará um idoso que queira assistir a um espetáculo e já na fila seja surpreendido com a notícia que terá que pagar um ingresso inteiro? E uma família com 2 ou 3 filhos? Eles dizem às crianças "desculpe, os ingressos que o papai pode pagar acabaram. Vamos voltar para casa." Por que não se votou um subsídio para essas meias-entradas?

Será que as salas de espetáculos estão tão cheias que os artistas podem se dar ao luxo de dispensar espectadores? Deve ser esse o motivo que tantos artistas ficam pelos andares do Shopping da Gávea divulgando suas peças, não é? É porque está faltando público...

Para mim festejar a aprovação desse projeto é valorizar uma posição elitista. O quanto se acha que a classe média consegue separar de seu orçamento para o lazer, considerando R$ 15 um ingresso de cinema, ou R$ 40 a R$ 60 um ingresso para teatro. Uma família de 4 pessoas (que é o meu caso) numa ida ao teatro, a esses valores, passaria a gastar no mínimo R$ 165 (considerando só o estacionamento, sem dar direito às crianças de lancharem). Talvez para o topo da pirâmide esse valor seja uma gorjeta de final de semana, não é?

Levo meus filhos com freqüência ao cinema e ao teatro, e me valho, sim, de meias-entradas para as crianças e de ingressos promocionais, pois além da cultura, eu preciso oferecer educação e saúde a eles, o que já me garante uma boa quantidade de dígitos no orçamento.

Abaixo a notícia publicada no Blog do Noblat a respeito, e a seguir outros links.

"Senado impõe limites à meia-entrada
De Adriana Vasconcelos:

Em meio à pressão de produtores culturais, artistas e estudantes, que não conseguiram se entender, a Comissão de Educação do Senado aprovou ontem, por unanimidade, projeto de lei do senador Eduardo Azeredo (PSDB-MG) que regulamenta a concessão da meia-entrada para estudantes e idosos acima de 60 anos. A proposta limita a concessão da meia-entrada a 40% do total dos ingressos disponíveis para cada evento. Contrário à fixação dessa cota, o senador Inácio Arruda - do PCdoB, ligado à União Nacional dos Estudantes - tentou suprimir esse dispositivo do texto, mas seu destaque foi rejeitado com 14 votos contra e apenas sete a favor.

Para coibir a falsificação das carteiras de estudantes - apontada por produtores culturais e pela classe artística como responsável pelo aumento dos ingressos e até por inviabilizar espetáculos -, o projeto autoriza o Executivo a criar o Conselho Nacional de Fiscalização, Controle e Regulamentação da Meia-Entrada e da Identificação Estudantil. Caberá a esse conselho fixar critérios para a padronização, confecção e distribuição das novas carteiras estudantis, além de organizar mecanismos de controle da venda da meia-entrada e estabelecer um prazo de compra antecipada para a aplicação do benefício.

O resultado foi comemorado por produtores culturais e inúmeros artistas que acompanharam a votação - entre eles, os atores Wagner Moura, Christiane Torloni, Beatriz Segall e Gabriela Duarte. O presidente da Associação dos Produtores Teatrais Independentes de São Paulo, o ator Odilon Wagner, elogiou a fixação da cota e a inclusão, na última hora, de emenda do senador Augusto Botelho (PT-RR) sugerindo que o governo busque forma de ressarcir os produtores culturais pelo benefício."

Outros links a respeito:

Agência Brasil - Cota de 40% para meia-entrada divide opiniões
Estadão - Veja o que impõe o projeto de lei sobre a meia-entrada

sábado, 22 de novembro de 2008

Recomendo: Cyrano no Teatro Clara Nunes


Assisti hoje à peça Cyrano, adaptação do clássico Cyrano de Bergerac de Edmond Rostand. Minha opinião: simplesmente fantástico. Talvez as crianças menores não entendam completamente o espetáculo, mas não é por isso que sairão menos satisfeitas.

Experiência própria, pois fui acompanhada do maridão e dos filhotes de 4 e 10 anos. Meu filho, amante de literatura, curtiu na íntegra. Minha filha adorou, mesmo sem captar completamente os pormenores da história.

A proposta do espetáculo realça o que precisamos resgatar de mais importante: a palavra. E afirmo que o intento foi bem sucedido.

Impecáveis as atuações de Nívea Stelmann (Roxane), Thierry Figueira (Cristiano), Maurício Machado (Cyrano) e Tadeu Mello nas interpretações do conde, do cocheiro, da aia, e outros tantos personagens. Aliás, essa múltipla atuação de Tadeu é realçada pela perfeita comicidade do ator.

Mas se quiserem ter a oportunidade de curtir essa peça fantástica, vocês precisam correr. Só restam 3 espetáculos. A peça está em cartaz somente até o dia 30 de novembro, no Teatro Clara Nunes (Shopping da Gávea), aos sábados e domingos, às 17h.
E para conseguir aproveitar gastando um pouco menos, é só comprar os ingressos por meio do Projeto Teatro para Todos.

Aliás sobre o projeto apenas uma crítica negativa: o público de uma forma ou de outra é sempre desrespeitado. O projeto "Teatro para todos" oferece descontos em 41 peças até 21 de dezembro. Louvável pois o que direcionamos para o lazer não nos permite estar semanalmente nas salas de teatro. Porém, qual não foi minha surpresa ao chegar na bilheteria e descobrir que haviam lugares separados para os ingressos oriundos do projeto, e todos eles ficavam nas fileiras laterais. Eles deveriam distribuir junto com os ingressos um tubo de Gelol para melhorar o torcicolo.

E mais uma pequena reclamação: é preciso melhorar a limpeza dos banheiros do Shopping da Gávea. O banheiro feminino próximo ao Teatro estava deplorável.


Pescaria do espetáculo: "Amar em segredo é como ter asas e não poder voar".

terça-feira, 18 de novembro de 2008

Campanha Teatro para Todos


Não só de literatura vive esses pobres escritores que somos nós...
Uma boa peça de teatro ou um bom filme faz muito bem para a alma.

E para que o sorriso seja mais sincero, nada melhor do que aproveitar um merecido desconto.
No próximo dia 21 de novembro começa a Campanha Teatro para Todos, que oferecerá mais de 50 mil ingressos para cerca de 40 espetáculos, com preços de R$ 5, R$ 10, R$ 15, R$ 20 e R$ 25. A promoção dura até 21 de dezembro.

Para evitar que as entradas para os espetáculos mais procurados se esgotem rapidamente, os bilhetes serão vendidos apenas para a semana.

Os pontos de venda dos ingressos:
  • Quiosque fixo da Cinelândia
  • Quiosque móvel
  • Lojas Americanas e Americanas Express
  • Postos BR, Mirilli, Piraquê, Radial Oeste e Boungainville
  • Posto Shell - São Bento
  • Modern Sound - Copacabana
  • www.ingresso.com
Fonte: O Globo - Rio Show e Site Teatro para Todos

domingo, 27 de julho de 2008

Recomendo "A casa da madrinha"

Nesse final de semana, assisti com meus filhos a peça A Casa da Madrinha, no Teatro Leblon (Sala Fernanda Montenegro). O texto é um clássico da Lygia Bojunga Nunes. E não perdendo o que a autora transmite de melhor em seus textos, o espetáculo, cheio de música, traz uma bonita mensagem de perseverança.

A adaptação é de Herson Capri e Susana Garcia. O Teatro do Leblon fica na Rua Conde Bernadotte, 26. O ingresso custa R$ 30,00 e o espetáculo está em cartaz até 3 de agosto, aos sábados e domingos, às 17h.

Aproveitem! Para não confiar apenas na opinião de um adulto, curtam os comentários de minha filhota: "Mãe, adorei! Gostei muito da gatinha e do, como é mesmo o nome, ah, do pavão"!

Resumo da história: "O jovem Alexandre, vendedor de picolés, abandona a escola por problemas financeiros e resolve procurar a casa da madrinha. No meio do caminho ele encontra um pavão, que se torna companheiro de viagem.

Sem dinheiro e comida, eles resolvem fazer um show em praça pública onde o Pavão seria a grande estrela. Lá, eles conhecem a menina Vera. Ela embarca na aventura montada no cavalo AH.

O trio percorre caminhos desconhecidos cheios de obstáculos. Depois de vencerem o medo e a escuridão, os três encontram a Casa da Madrinha, onde todos os sonhos tornam-se realidade."